Grandes números de médicos foram trabalhar em hospitais missionários em África, no Médio Oriente, na Ásia e na América Latina.
Nesta década, inúmeros países africanos obtiveram a sua independência, juntamente com muitas alterações significativas em todo o mundo. O impacto destas transformações foi inclusive sentido nos hospitais missionários mais remotos: na Convenção de Nyeri, no Quénia, onde os médicos desse país e de Uganda se reuniram em 1968.
Numa reunião da Médicos com África Cuamm, decidiu-se que os hospitais missionários poderiam beneficiar de uma direção profissional clara com um quadro administrativo preciso e desenvolver relações com os serviços nacionais de saúde, com vista a possibilitar a integração dos serviços hospitalares nas capacidades de tratamento e prevenção básicas.
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